Cirurgia plástica: sim, não ou de jeito nenhum?

Já faz um tempo que passei por uma cirurgia plástica, mas nunca é tarde para falarmos do assunto. Esse procedimento que é, ou já foi, tão polêmico, eu vejo de maneira simples.

Meu sonho, desde adolescente era “reformar”o nariz, a família sempre influenciou bastante, e nunca senti que aquele nariz ossudo e pontudo era meu.

Nunca tive medo, mas sempre me faltou grana.

O tempo passou um pouquinho e eu sentia que precisava turbinar, veio a vontade de ter peitos maiores, aí a conta do médico ficou mais alta.

Lembro que em 2014, assim como quem não quer nada, rodei minha cidade pesquisando cirurgiões plásticos. Fui em um que era famoso, dois ou três indicados por amigas, e mais algum do convênio. Devo ter visitado uns cinco, no máximo.

Nada disso fazia muita diferença naquele momento, a final, ainda não tinha grana, só cara de pau pra fingir que tinha.

A vida seguiu, fui demitida em janeiro de 2015 e tchanan…

A grana que faltava estava na minha conta, e tempo eu teria de sobra.

Parece fácil, mas aí que começa a complicação de colocar silicone e fazer plástica no nariz. Tomar a decisão de “sim vou fazer com o fulano” não é simples.

Nesse momento você deposita toda sua expectativa em um profissional, e nem você, nem ele podem errar.

Porque simples?

Porque eu disse ali em cima que eu considero cirurgia plástica algo simples?

Bem, eu acho que se algo no seu corpo te incomoda, não te faz feliz e você sente que não faz parte de você, porque não mudar?

Claro que com moderação e bom senso, a final, temos na mídia diversos exemplos do que deu ruim na hora de plastificar.

Decisão

Na hora de decidir qual médico faria minha cirurgia, levei algumas coisas em consideração.

Preço

O preço mais baixo não deve, nem de longe, ser um fator decisivo. Qualquer cirurgia é coisa séria. Seu nariz está bem no meio do rosto, e se não der certo vai te incomodar para o resto da vida. Já imaginou ficar com os seios tortos? Deus me livre, eu ficaria doida.

O médico que escolhi foi o que mais me passou segurança, por quem eu mais senti empatia. Não era o mais caro, era na verdade quase o mais barato. Eu já tinha visto vários resultados dele e gostei muito!

Indicação

Nem sempre o que sua amiga sentiu você vai sentir. Eu tomo cuidado para falar sobre o item dor, porque eu não senti praticamente nada.

Tirando o primeiro dia que parecia que meus peitos iam explodir, não senti dor ao levantar os braços (algo que nem pode na recuperação), tomar banho, lavar o cabelo, etc.

Minhas amigas pelo contrário, sentiram muita dor nos primeiros dias.

Recuperação

Ta aí outra coisa que varia, meu corpo é diferente do seu, que é diferente do da sua amiga e assim por diante. Confiei no que o médico me passou e não deu outra.

Em 10 dias eu já estava dirigindo.

Depois de avaliar todos esses critérios, foi só marcar a data e realizar os exames preparatórios.

Curiosidades

Minhas próteses tem tamanhos bem diferentes, o médico aproveitou para “igualar” o tamanho delas, juro que quando os peitim eram murchos nem percebia que existia essa diferença.

Na primeira noite o tampão do nariz desceu pra minha garganta, quase morri, mas o médico me atendeu ao telefone às 2h da manhã. Resultado: tirei pela boca.

Eu tinha muito medo do meu nariz calcificar torto, e apesar do médico dizer que não corria riscos, dormi com uma almofada de cada lado, para não virar a cabeça por alguns dias.

Em plena recuperação eu participei de um processo seletivo. Minha mãe me deixava às 7h da manhã, pois não podia dirigir, e eu esperava até as 9h. Foi um dos processos seletivos mais furados que já passei, e de nariz cheio de esparadrapo.

Tem antes e depois pra matar a curiosidade:

 

 

Ficou no capricho né mores?

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